Quando ocorrem as enchentes a água da chuva mistura-se com a água dos esgotos transbordantes e dos rios, levando as leptospiras. Estas, penetram através da pele e instalam-se no organismo humano. A partir daí, podem manifestar-se de diversas formas; mais branda, assemelhando-se a uma gripe, ou mais forte, provocando lesões nos rins, fígado e coração. Na sua forma mais grave, a mortalidade é de 75%.
Os ratos são ainda responsáveis pela transmissão de inúmeras doenças ao homem como a peste bubônica. Se os ratos não existissem não existiria esta doença, pois a pulga que pica o rato, transmite a peste para os humanos.
A Organização Mundial da Saúde já catalogou cerca de 200 doenças transmissíveis, destacando-se a leptospirose, tifo, peste bubônica, febre hemorrágica, salmonelose, nefrite epidêmica, sarnas, micoses, helmintíases entre outras. Países importadores com rígidos níveis de higiene, podem condenar toneladas de alimentos pela simples presença de alguns poucos montículos de fezes, acarretando elevados prejuízos.
Os ratos urinam várias vezes ao dia e em pequenas quantidades, aproximadamente 40 vezes. Com esta informação e estes sendo vetores de doenças, podemos calcular quantos possíveis focos de contaminação estariam disseminados pelo ambiente.
 
Doenças transmitidas pelos ratos
Os ratos transmitem a leptospirose. As bactérias, leptospiras, vivem alojadas nos rins destes animais, porém não lhes causam nenhum problema, são eliminadas através da urina.
Os ratos vivem em grande número e são freqüentemente encontrados em redes de esgotos, beira de córregos, rios, galerias fluviais, terrenos abandonados, jardins sem manutenção adequada, depósitos de lixo, entulhos diversos e próximo às linhas férreas.